Outono E Inverno Na Montanha


Sinto o Outono se aproximando! Esse sol já não está legal, pelo menos para mim, que particularmente prefiro os climas frios, Outono e Inverno. Espero nesse ano, poder subir mais montanhas do que subi o ano passado. Estar nelas é desfrutar sozinho de toda criação de Deus.

Coral     No dia 01/01/2015 eu subi o Monte Crista, que fica localizado em Garuva. Como parceiro, tive o privilégio de ir com meu amigo Quintino. Foi show, subida bastante forte, muito calor e muita água disponível. Uma pena que ele passou mal e então decidimos voltar. Já tínhamos alcançado cerca de 80% da subida, mas não tem problema, o melhor é estar bem. Na descida nos deparamos com uma cobra Coral. A bichinha estava brava, mas nada que pudesse atrapalhar nosso retorno. Simplesmente desviamos dela, meio que espantando ela para o lado da trilha com uma madeira e assim prosseguimos.

Esse é um dos motivos de eu gostar mais do Outono e Inverno. No mato é um pouco complicado em relação à bicharada. Principalmente no verão. Estão mais soltos, precisam aquecer o corpo e nesse ponto, pode ocorrer algum tipo de acidente. Eu mesmo já quase fui picado, algumas vezes, mas graças a Deus nada de ruim ocorreu.

Correr no Inverno é muito mais do que um prazer, gasto menos energia e meu folego parece estar sempre renovado. Vai correr no verão pra ver. Meus tempos de subida sempre são baixados no Inverno ou Outono, justamente por ficar menos exausto devido ao calor. Tenho um probleminha no joelho que às vezes me impede de prosseguir em um bom ritmo. Porém não é um problema grave. Não barra minha subida.

O melhor de tudo é chegar ao cume da montanha, naquele friozinho e desfrutar dela e das belezas naturais que ali se encontram. Nada paga isso. Eu a montanha e Deus.

Mas lembre-se; seja prudente, não avance se não conhece a trilha e não hesite em retornar caso esteja cansado de mais ou com alguma dúvida em relação a seu estado físico. Isso evitará possíveis problemas. E não se esqueça, traga seu lixo de volta.

CORUPÁ EXTREME MARATHON


Corupá Extreme Marathon

Foi realizado no Sábado passado 074/02/2015 a prova Corupá Extreme Marathon. Muito mais do que uma prova, tornou-se um exemplo de organização e de muita força de vontade. Não somente para as provas de 23k (26k) e 42k, mas também para aqueles que correram 12k e 5k.

Largada O ritmo alucinante da prova já começou antes mesmo da largada. Muitas expectativas foram tomadas pela ansiedade, que por ventura, tornou-se a força necessária para percorrer cada percurso. Afinal de contas, lama foi o que não faltou para exigir forças.

Nós do 23k nos divertimos muito. Fizemos amizades, rimos na trilha, auxiliamos e fomos ajudados por demais atletas. Eu mesmo senti fortes dores na posterior da cocha direita. Afinal de contas, não conto com um preparador, ou alguém que possa focar na questão saúde após o treino, recuperação e alimentação. Lembro que a ultima vez que olhei para o relógio antes de dormir eram 03h 15min. Acordei as 05h e não consegui literalmente descansar. Tudo contribui e infelizmente fiquei láááááááá atrás.

Particularmente não fui para competir, não tenho nem condições para isso, mas no intuito de me divertir, eu consegui. Pude desfrutar de um visual incrível, não somente eu, como todos que participaram. Eu gostaria que tivesse acontecido no inverno, pois seria animal correr naquela lama em meio ao frio.

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Jeferson Trail Running

No fim das contas como minha primeira prova de Trail Running, posso dizer que o amor que já tinha pelas montanhas desde meus 10 anos quando subi a primeira montanha de minha vida, tornou-se eterno.  Agradeço a Deus por estar comigo a cada segundo da prova, pela alegria que senti e principalmente pelas dores, pois foram elas que me impulsionaram para a linha de chegada. Foram 26k de corrida, de alegria, de dores e de uma recepção maravilhosa por parte de minha esposa e dos meus pais.

Que venham as próximas corridas.

Corupá Extreme Marathon 23k


CEM2015

Aproxima-se o dia do Corupá Extreme Marathon.

Particularmente correr os 23k do percurso será um desafio pessoal. Não me recordo de ter realizado essa distância e muito menos na montanha. Fiz algumas travessias longas, mas todas caminhando.

Treinamento duro, longo e cansativo. Quase um ano correndo direto para esse ano de provas do TRC Brasil. Academia para fortalecer, planilha de treino para maratona sendo seguida a risca e mais uma série de fatores. Até minha alimentação mudei, e olha que isso está sendo o mais difícil de tudo rsrsrs.

Espero poder completar a prova, pois não será inverno e sim um verão forte. Até torço por uma chuva, afinal de contas, não quero competir e faço de tudo para ficar longe disso. Existem pessoas que querem competir, passar por cima, correr até estourar e ficar em uma cama de hospital. Outros a cada bimestre mudam seu esporte radicalmente. Uma hora o cara é da montanha, em outra faz escalada, depois de um tempo, pratica slackline, aí as coisas rolam para o futebol e o cara é o melhor atacante do mundo. Não entendo esse tipo de gente. Mas tudo bem, porque até fotógrafo profissional vira da noite para o dia. Fácil ter dinheiro e comprar tudo o que existe.

Hoje eu fico um pouco ansioso para a prova, iremos pela assessoria da Comandos Brasil Montanhismo. Sou grato por ter sido aceito, pois sei que não sou fera no que faço, mas pratico montanhismo desde meus 10 anos, e atletismo dos 13, quando tive a oportunidade de correr pela primeira vez no PAIEE. O professor de educação física chamava-se Flores, não lembro o primeiro nome, mas foi o responsável por botar muitos garotos no esporte. Alguns até hoje praticam o atletismo. Eu sou um deles, pelo menos 1x por semana realizo uma curta distância de 10k ou 15k.

Tem gente que vive disso e admiro muito. Queria ser um felizardo, porém, sei que estou longe de ser.

Nessa etapa de Corupá, quero retirar uma média pessoal e assim, saberei onde posso melhorar e o que fazer para isso acontecer. Para todos os participantes, boa sorte e vamos nos divertir, que a lama nos espera.

CIRCUITO TRC BRASIL DE CORRIDAS DE MONTANHA 2015


O ano promete! Muitas corridas, desafios e lama. Mais do que isso, teremos impressionantes paisagens que irão nos levar literalmente nas alturas. Que as montanhas venham e que muita alegria seja compartilhada a cada etapa. Eu já começo nos 23K de Corupá, sábado dia 07/02. Bora corridinha? Featured image

Primeiro Acampamento no Castelo dos Bugres


Quero falar nesse texto sobre minhas idas e vindas nas montanhas! Não vou seguir seqüência de subida, nem contar com todos os detalhes, mas conforme eu recordar de algum acontecimento, pode ter certeza de que vou expor.

Para começar, tenho um apego muito grande por uma local aqui de Joinville chamado Castelo dos Bugres! Tem 998m de altitude e situa-se no alto da Serra Dona Francisca. Seu desnível é de cerca de 140m por aí, não sei ao certo, porém, contém uma trilha maravilhosa, de fácil acesso e rápida para alcançar o cume. O visual lá de cima é maravilhoso. Entre montanhas e praias, é possível ver o Castelinho abaixo na esquerda, Morro do Pelado na direita e o Jurapê ao fundo, conforme figura abaixo.

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Foi essa a primeira montanha que subi em Joinville. Eu já subia montanha em minha terra, vivia no mato, mas aqui não. Isso foi no inverno do ano 2000. Fizemos à trilha em uma hora e alguma coisa. E fomos pela trilha nova. Na época não havia marcações ou pontes feitas a partir de troncos para transpor o córrego. Éramos obrigados a atravessar ainda pisando na água. Quando eu cheguei ao topo fui obrigado a rir, porque era lindo, não fazia idéia do quão maravilho era aquele local.

Ao subir a pedra principal (na época não tinha corda que auxiliasse na pequena escalada), eu pude contemplar a nossa mata, e ao mesmo tempo ouvir os gritos dos Bugios. Esses macacos causaram algumas vezes conosco, mas dessa vez fiquei só escutando. Lembro que um dos meus amigos o André me mostrou o mirantinho, e ficava logo abaixo da pedra principal onde é possível escalar e fazer rapel.

Logo que descemos e montamos acampamento, eu na época não tinha nem saco de dormir, acampava sempre com uma manta, uma lona ou rede, mas acabei virando adepto dos apetrechos de montanha. Como montanhista, eu era um ótimo bushcrafter. Fazia tudo no improviso. Abrigo, cama do mato, cadeira do mato, lona com rede, ou simplesmente a lona em forma de cabana. Não levava fogareiro, fazia fogo mesmo, ou com pederneira, ou com fósforo. Mas gostava mesmo de fogueira acesa com pederneira ou com fricção de arco e broca.

O dia passou e nós andamos um bocado! Descemos eu e o André para pegarmos água, pois no topo do Castelo não existe bica, pelo menos até onde eu sei. E é necessário descer uns 10m de trilha correndo para pegar água nos galões. Quando chegamos já era quase noite e o Pitt tinha ficado cuidando do acampamento junto com o Jula. O Pitt estava em seu primeiro acampamento. Os demais já haviam acampado em outras ocasiões, mas ele estava lá, cansado, porém feliz.

Depois do jantar, fomos dormir, e tínhamos sacaneado o Pitt e o Jula com lama nos tênis deles (nós não usávamos botas técnicas naquela época, pois não tínhamos dinheiro para comprar). Depois de uma hora mais ou menos, eu acordei o André e falei que tinha algo errado, pois estava claro de mais. Quando o André abriu a barraca deu de cara com uma fogueira que envolvia a nossa barraca. Perigoso, mas foi o jeito dos dois sacanearem a gente. Eu saí e joguei água naquilo. E fomos para as pedras novamente. Voltamos e então tivemos nosso merecido descanso.

Na manhã de domingo quando acordamos, fizemos café, bebemos com leite condensado e comemos bolacha. Foi então que arrumamos as coisas e descemos. Algo sempre acontecia com a gente e começou acho que ali no Castelo mesmo. Decidimos pegar carona para descer a serra, e um caminhoneiro parou. Quando fomos subir ele ligou o caminhão e saiu rindo de nós. Acho que ele não percebeu que o André havia caído quando ele acelerou, não deixando que subíssemos na carroceria do caminhão. O Jula na hora gritou: “Tomara que ‘expluda’ na descida”! E foi “Expluda” mesmo. Tempo depois uma pampa parou e falou que daria carona até a BR101. Logo na primeira curva da descida da Serra, encontramos o caminhão. Porém ele havia perdido o freio e foi parar na ribanceira. Não chegou cair, mas ficou pendurado nas árvores que estavam ali naquela época. O motorista estava sentado no barranco com mais alguém, com a cara cheia de sangue. E qual foi a frase do Jula? “Eu falei que ia explodir seu palhaço”! Eu naquele momento me vi obrigado a rir, pois, o cara tinha acabado de falar um tempo atrás que queria que explodisse o caminhão. Não explodiu, mas o cara perdeu os freios. Vai saber.

Depois que chegamos na BR, acho que o pai do André foi nos buscar, ou do Jula. Mas foi o começo de tudo. Ali nesse mesmo lugar eu já pude ver e ouvir muita coisa legal nessa criação de Deus. É um espetáculo que convido a todos para conhecer e desfrutar da beleza desse lugar.

Limpando o lar


Ontem foi o dia de arrumar a casa! Literalmente. Era suco que havia sido derramado e continham respingos na pia do banheiro. Roupas jogadas na lavanderia, um pouco de mofo na parede ao lado da janela, a base da cortina que foi parafusada, entre aqueles procedimentos normais de varrer e passar um paninho. No final, tudo estava perfeito. Entre o varrer e passar paninhos, eu estava lá sentado no sofá fuçando na minha unha encravada enquanto a Dri fazia com todo entusiasmo essas duas atividades.

Confesso que essa unha está me deixando um pouco preocupado. Dedão vermelho, aquele buraco no canto de fora de tanto mexer e cutucar com a tesoura de cutícula, fora a sensação que tenho de que: “Vai cair meu dedo”. Porém, entre perdas (de unhas) e ganhos (de novos ferimentos), eu pude contemplar de qualquer modo a satisfação da minha esposa em ver a casa limpa.

Pensei que quando tudo estava pronto e jantávamos assistindo “Apenas Um Show”, que devemos parar as vezes para limpar nossa casa interior. O local onde nossos sentimentos são guardados e que raramente expomos. É bom expor, deixar rolar as lágrimas e colocar a vastidão de nossos pensamentos pra fora da prisão chamada “medo”. Digo isso pois estávamos com um pouco de medo de começar a limpar a casa e encontrar algo que não gostássemos. Mas ocorreu tudo bem, e que não gostamos foi só pegar e jogar no lixo. Simples, dessa forma é o nosso interior, bom é viver o que está acontecendo, e não guardar para virar entulho. Pois esse entulho pode sufocar nosso sorriso e impedir nossa alegria de ser exposta.

No final, o meu lar ficou lindo! Tudo limpo, cheiroso. Basta agora colocar cada coisa em seu devido lugar.

E Dri! Parabéns pela janta, estava maravilhosa.

Um pouco de nós


Eu me lembro da conversa que tivemos sentados em uma espécie de banco de repouso na empresa em que trabalhávamos. Foi algo engraçado. Na minha cabeça era apenas uma entrega de jornal anarquista. Para você não muito diferente. Mas você passou, eu olhei e pensei: “Menininha engraçadinha”. E quando menos esperávamos nos tornamos amigos. Lógico que as circunstancias de nossa amizade foram outras. Um desmaio, uma menina passando mal e seu namorado na época debochando de você. Lembrei quem era, e fui lá ajudar.

OK! O tempo passou e nós estamos juntos há 3 anos e 10 meses, isso porque completaremos isso tudo no dia 11 de Julho. Essa data é legal? Huahuauhauh

Casados são 2 anos de muita risada, algumas discussões e muita adrenalina. Você me viu sair pra escalar e ir à montanha muitas vezes. Eu, já vi você fazer cirurgia. E confesso que foi uma barra. Acordar de madrugada ouvindo você dizer de uma forma engraçada, mas com dor: “To com dor nos órgãos”. Naquela hora eu não poderia rir, mas eu fui obrigado a rir no hospital.

Obrigatoriamente pegamos férias! E nessa época foi a que mais rimos! Íamos dormir perto das 04h00minh da manhã e rindo. E você dizia pra eu não fazer tu rir pois doía teu “Embebo” auhahuhuahuahuahuahu.

Obrigado por me fazer feliz! Obrigado por em todos os momentos arrumar pretexto pra dormir. Pois assim você descansa e se vê livre de minhas idéias loucas. E obrigado por ser um lindo presente de Deus na minha vida.

Te amo muito!

Despertar com alegria


Na duvida de estar acordado ou dormindo, me peguei hoje acordando no susto. O telefone berrando com o despertador acionado e eu aterrorizado com o barulho. Isso que nem é lá tão alto ou escalafobético. Mas acordei no susto. Pra variar comi um pão chineke e fiquei feliz da vida.

Tudo isso é só o começo. Um novo dia, uma nova semana, uma nova terça feira no trabalho. Porém não longe de Deus. Mesmo com essa unha encravada que eu estou no dedão do pé esquerdo, eu continuo sorrindo. Tenho motivos. Posso, eu preciso viver a alegria constantemente. Não só quando tudo está bem, mas aprender a sorrir quando tudo parece estar diferente daquilo que poderia nos agradar.

Dessa forma, posso olhar para a frente, e ver que não é como uma montanha russa minha vida. Mas uma montanha sem fim. Uma escalada parecida com a que pratico, onde olhar muito para baixo, faz você retroceder e ficar com medo de continuar. A alegria de Deus me da forças e resistência para me mover nessa escalada rumo ao céu. Me da compreensão de que se eu vacilar, as conseqüências podem ser desastrosas. E por mais que eu caia, sei que estarei preso a corda de Deus, e que basta então ouvir a voz dele dizendo:

Continua que eu te dou segurança. 

O Inverno é muito mais do que uma estação


Sinto falta do inverno gostoso onde acordar é uma maravilha. Que ao abrir à janela a sensação do ar fresco toma conta do rosto. De estar o tempo inteiro com roupas quentes e largas. De não ter nada mais a fazer do que sentar de frente para a televisão, colocar um DVD e assistir um filme tomando um chocolate quente com bolo de chocolate, é lógico.

Poder aguardar um fim de semana descontraído e aproveitar para subir uma montanha.

O inverno é muito mais do que uma estação, ele é um complemento de vida para muitos apaixonados. Que olham para ele e relembram da lareira, do amor, da reunião de amigos para jogar baralho, da reunião familiar, do jogo de futebol, de uma saída para fazer trilha de bicicleta em algum lugar. De pessoas que se encontram em um clube de patinação ou no caso de uns que tem o privilégio de ter um lago congelado em suas cidades e países.

O inverno ele é maravilhoso, não é a toa que as olimpíadas de inverno superam e muito a beleza, e a ousadia dos jogos olímpicos. Não é como aquela coisa onde o povo corre e sua, ficam tudo desgastados em cenários artificiais. As olimpíadas de inverno ela faz você apreciar mais do que os jogos, ou o evento, você aprecia a paisagem, a neve, a beleza da natureza feita por Deus.

E é nessa pegada que eu quero dar continuação! Sobre a perfeição de Deus. Muitas vezes me peguei pensando no que poderia ou não fazer, se estava certo ou errado, se era possível ou não. E dar atenção de mais para isso, fez com que eu me perdesse totalmente da atenção que Deus merecia. Se ele criou todas as paisagens, desenha diariamente no céu o horizonte e me faz sorrir, porque não deixar todas essas preocupações e aflições de lado e apenas me dedicar a Ele. Faço parte de um grupo onde o amor a Deus e a todos ao nosso redor é uma prática que deve ser realizada constantemente. Aprendo a cada dia com essas pessoas o quanto devo continuar sorrindo em meio a dificuldades, e que a palavra desistir está fora de nosso dicionário.

Quando colocamos tudo diante de Deus, ele cuida das nossas decisões, ele diz se é ou não possível, na medida da intenção a ser realizada toda e qualquer atividade. Não para frustarmos caso de errado, mas para o nosso bem. Basta apenas contar para Ele, e convidar-lo a fazer parte. Dando certo ou não, a certeza de que foi a intenção de Deus que prevaleceu é o que dá a sustentação e a força para manter o sorriso estampado no rosto e a determinação de dizer que valeu a pena.

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